sexta-feira, 16 de abril de 2010

Fazer esporte "devagar" envelhece


Novos estudos afirmam que atividades de longa duração e baixa intensidade para idosos favorecem a perda de cálcio, mineral essencial para os ossos

Um evento promovido pelo Grupo Pão de Açúcar reuniu pesquisadores estrangeiros e profissionais brasileiros para discutir uma questão que interessa a todo mundo: como viver mais e melhor. O tema central das palestras e debates era o tipo de exercício físico que mais favorece um envelhecimento saudável. Ficou claro que cinquentões que desejam passar dos 60 firmes e fortes não devem se render à fama de frágil que o idoso normalmente leva. A melhor estratégia para adiar as perdas inevitáveis que a idade provoca – como redução da massa muscular e da massa óssea e perda de funções do aparelho locomotor – é pegar pesado. Nada de caminhadinhas lentas ao gosto do freguês. Idoso precisa é de exercício curto e intenso, disseram os palestrantes.
Os exercícios vigorosos, que exigem bastante força muscular e envolvem impacto são mais eficientes em provocar o depósito de cálcio nos ossos, aumentando a densidade óssea. O aumento da densidade é uma resposta defensiva do osso ao esforço "arriscado" que os exercícios que envolvem força muscular e impacto representam. Já a natação, que não tem impacto nenhum, não contribui para aumentar a densidade óssea. A caminhadinha leve também não. Portanto, os exercícios amenos não são uma opção muito desejável para quem precisa se cuidar contra a osteoporose.
Outro argumento em defesa dos exercícios pesados para os idosos é a perda de massa óssea durante o exercício aeróbio. Essa foi a maior revelação do evento, trazida pela fisiologista Wendy Kohrt, professora titular da cadeira de Geriatria da Universidade de Denver (EUA). Um estudo feito por sua equipe com homens ciclistas (atletas) sugere que exercícios de longa duração, que geram grande quantidade de suor, favorecem a perda de cálcio na transpiração. Algo como 100 mg por hora. No mesmo estudo, o uso de uma bebida enriquecida com cálcio antes e depois do treino mostrou-se eficiente na recuperação da massa óssea. Agora, a pesquisadora está repetindo o estudo com mulheres em menopausa. Os resultados preliminares sugerem que o que acontece com atletas jovens também pode ser observado em idosos.
Embora não seja possível evitar o envelhecimento, o exercício regular minimiza os efeitos da idade e aumenta a expectativa de vida do idoso.
O American College of Sports Medicine acaba de elaborar as novas recomendações de atividade física para idosos, que enfatizam os benefícios da prática de exercícios de força e de flexibilidade, além dos aeróbicos. A nova recomendação será lançada no Brasil em outubro. Esse é um grupo de referencia no assunto para o mundo inteiro, por isso quem lida com a saúde do idoso deveria seguir essas recomendações.
O grande "boom" é a questão cognitiva e a saúde mental. Hoje, sabe-se que todos os processos cognitivos são melhorados a longo prazo quando se pratica atividade física regular.
Sabe-se, por exemplo, que a atividade física diminui o risco de demência senil e de Alzheimer. Estudos mostram uma redução de 40% no risco de demência em quem gasta 400 calorias por semana caminhando. "Se o gasto for maior, o risco praticamente desaparece."

Pesquisas que analisam a relação entre o exercício e a função cognitiva destacam que a atividade física pode aumentar os níveis de fatores de crescimento no cérebro, estimular a neurogênese, aumentar a resistência do cérebro a danos, melhorar a aprendizagem e o desempenho mental.

Caminhar não basta

Para os idosos, caminhar não é o suficiente, já que a maior parte da incapacidade física nessa idade deve-se à perda da força muscular. "Tudo depende da força, desde caminhar e levantar-se de uma cadeira até erguer uma garrafa de água de um litro", lembra Matsudo.

Segundo ela, o fato de cedermos o lugar para um idoso se sentar, por exemplo, tira uma das poucas oportunidades que ele tem de se exercitar e fortalecer a musculatura das pernas.

Já o impacto dos exercícios na longevidade está documentado em várias pesquisas. Uma análise sueca, do Instituto Karolinska, que acompanhou 3.206 pessoas durante 12 anos, mostrou que os fisicamente ativos tiveram um risco de mortalidade por todas as causas 28% menor do que os sedentários. A atividade física também tem impacto na capacidade funcional. Um estudo americano com mais de mil idosos mostrou que o risco de incapacidade para realizar tarefas diárias diminui em 7% a cada hora adicional de atividade física por semana.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Um cronista no farol

Olá, em minhas andanças para lá e para cá, no último sábado de aleluia quando paramos em família num semáforo esquina com a rua Ribeiro de Lima no bairro da LUZ em São Paulo, um "senhorzinho" bem franzino, porém com muita postura, aparentando prá lá de 70 e tantos anos, encostou próximo a lateral do carro em que estava com uma bandeja de balas, chocolates, Halls, etc...Seu olhar expressava sonho, sentimentos e muita experiencia de vida e algo fez com que meu marido, que jamais atende alguém em farol, comprasse um halls e mesmo eu tendo advertido que já tínhamos no carro bala semelhante, ele efetuou a compra. Ao receber o dinheiro o senhor muitíssimo educado pegou uma folha depapel sulfite dobrada e ofereceu a mim, com umsorriso dizendo: "- Eu escrevo crônicas e trabalho aqui no farol há ...anos"(não me recordo agora), e continuou dizendo: "- se você gosta de ler, fique com uma dessas e ajude a divulgar meu trabalho". Eu que adoro ler e escrever nem titubiei e peguei a folha que foi me dada com um carinho que só alguém com tamanha sensibilidade consegue expressar.
Foi realmente algo diferente e inesperado porque aquele senhor não estava apenas tirando seu ganha pão diário, mas mostrando que ele tem muito mais para oferecer e contribuir.
Seu nome: José Leitão - Velho Jovem (assim assina sua crônica) Tel: 11 2203 3906
Aqui vou reescrevê-la:
PARA VOCÊ
SE VOCÊ OLHASSE BEM NOS MEUS OLHOS, COMPREENDERIA QUE EU QUERO UM POUCO MAIS QUE ESTA BOBA ILUSÃO.
QUERO UM POUCO MAIS QUE UM BEIJO MOLHADO, QUE TEU ANDAR APRESSADO, CORPO SUADO JUNTO DO MEU.
QUERO UM POUCO MAIS DESTA VIDA CHEIA DE PLANOS, FEITA DE DESENGANOS A CONTRARIAR OS SONHOS MEUS.
QUERO UM POUCO MAIS DESTA VIDA QUE BRINCA COMIGO, ME DÁ E ME TIRA, JOGANDO E TIRANDO O QUE EU PENSO SER MEU.
CANSADO DO MUNDO GOSTARIA DE PROCURAR EM VOCÊ O DESCANSO QUE A VIDA NOS DÁ. RECEBER O TEU BEIJO, MORNO E SUAVE, SERIA PRÊMIO DOS DEUSES. SENTIR TEUS CARINHOS EM MEU CORPO MORENO, ASSANHADO, ENVOLVENDO-ME INTEIRO, SERIA A PROTEÇÃO QUE SEMPRE BUSQUEI. GANHAR TEU ABRAÇO, TERNO E FORTE, SERIA A SEGURANÇA QUE PROCURO ENCONTRAR.À ESSE AMOR SEM LIMITES GOSTARIA DE ME ENTREGAR. QUISERA TE AMAR MAIS, MAS NÃO POSSO, POIS CONTINUO EM BUSCA DO DESCANSO QUE A VIDA TEIMA EM NÃO ME DAR.

Qualquer crítica o autor atende pelo telefone acima.

Rosmeire Paixão - PERSONAL TRAINER
O Exercício Físico é fator determinante no processo de envelhecimento saudável!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

O cérebro límbico e a biologia da emoção


Olá amigos (as)Sempre falo muito sobre o corpo e como nos tornarmos fisicamente mais jovens e vigorosos ao longo dos anos: o tal de "Envelhecimento Saudável". A partir de agora, abordarei os lados emocional e mental da vida porque muitas das escolhas que fazemos nesses planos tem um impacto biológico tão importante quanto as decisões que tomamos em relação ao corpo. Estar integrado em termos emocionais torna-se um imperativo biológico, uma parte essencial do nosso bem estar, e um desafio à medida que envelhecemos.
Nós temos um cérebro físico, primitivo que possui centros de controle do medo e da agressividade, são nossas emoções mais profundas e primitivas. Matar presas, defender o território, lutar ou fugir, sexo predatório e egocentrismo cruel constituem o legado dos nossos mais antigos ancestrais. Por ex:Ondas de adrenalina, morfina, serotonina e quantidades enormes de substancias químicas afluem ao cérebro de um crocodilo quando sua presa mergulha no rio. Temos esse cérebro também e essas substancias até hoje. São nossas reações químicas automáticas ao meio ambiente, a ameaças ou a vítimas. E elas funcionam. Porém, nós mamíferos, em nossa evolução, inventamos o amor, a alegria, a diversão e o prazer. Essas emoções estão inseridas em nosso DNA, nas conexões químicas e neurológicas do cérebro LÍMBICO ou emocional, se preferir chamar assim. Na verdade, trata-se de um grande pedaço físico do cérebro que regula as emoções, e por muitos momentos, é o cérebro mais importante que temos. Ao contrários dos dinossauros, somos criaturas sociais e emocionais do princípio ao fim.
Felizmente para nós, embora o cérebro límbico reaja a estímulos positivos e negativos, ele responde melhor a química do prazer.Os pensamentos e as emoções alternam-se na liderança, no entanto há pesquisas sérias mostrando que, na maior parte do tempo, as emoções assumem o comando e os pensamentos dos quais tanto nos gabamos e temos tanta fé, apenas acompanham. E se a emoção é fisicamente mais forte do que o pensamento - e ela é -, isso sugere uma ênfase muito diferente na maneira como conduzimos nossos assuntos e objetivos de vida.
Sabendo de toda essa neuroquímica biológica devemos procurar bons estímulos: Exercícios físicos, sono de qualidade, alimentação saudável, amor e diversão.
E lembre-se sempre
A FELICIDADE ORIGINA-SE PRIMARIAMENTE NAS INTERAÇÕES, dar e receber amor e amizade, um trabalho que, embora seja difícil, proporciona uma satisfação profunda. Em outras palavras: integre-se e comprometa-se para produzir emoções positivas e manter as reações negativas bem longe. Entretanto, isso serve apenas para quem quer ficar mais jovem a cada ano.
Beijo grande e Feliz Páscoa a todos
Rosmeire Paixão

domingo, 28 de março de 2010

A terceira idade Uma visão Gerontológica


Boa noite!
Esse tema - TERCEIRA IDADE - tão popular, porém bem pouco explorado em sua visão gerontológica, acabando por vezes sendo um tabú, pois somos difícil de aceitar que o envelhecimento é biológico e inevitável. No entretanto, saber viver todas as fases de nossa existencia será a grande recompensa para continuarmos jovens por muito mais tempo.
Entrar na terceira idade, para a maioria, representa uma verdadeira quebra na existência do ser. O passar do tempo faz com que o círculo de relações familiares e de amigos diminua pelo processo natural de dispersão, óbitos etc. ficando o geronte com a impressão de perder bruscamente a base de sua razão de ser social.
Abre-se então, nesta fase, uma porta através da qual se desenvolve um sentimento de inutilidade, de marginalização da vida comunitária.
“Na solidão dos dias vazios, a pessoa que havia esquecido a presença de seu corpo, reinicia com ele um diálogo desafinado, e observa com inquietude e desagrado os fatos que se tornam mais evidentes com a inatividade”.
Paul Vanucem

É sabido que até certo ponto as fortes motivações podem ser fontes de juventude prolongada. Portanto, nós profissionais da ciência do movimento humano, através de todas as suas possibilidades exploradas, conseguimos despertar em nosso trabalho com cada ser humano nesta fase,a capacidade por eles mesmos, de suscitar tais paixões, ainda que em época tardia da existência. Resgatar a confiança, a sintonia e o prazer de ouvir e ser ouvido, despertar o espírito de simpatia, responsabilidade, lealdade e gratidão. As emoções de chegar na 3ª idade é tão rica em sabedoria quanto a energia que se tinha aos 20 e poucos anos sem a bagagem para fazer perdurar os extasiantes momentos de prazer.
Viva cada fase da sua vida com muita intensidade!

"Há tanta história na vida desses avós
Que se a gente pudesse ouvi-los contar,
Perceberíamos que nós, sim, estamos sós,
Quando não temos nem tempo para escutar.

Quanto mistério há em cada coração
De cada avô, de cada avó e nós nem sabemos.
Tanta aventura, tanto amor, tanta paixão,
Vivemos tanto... e diante deles, o que temos ?

São tão sozinhos, mas guardam tantas lembranças.
E o que querem de nós, senão o respeito?
Quando a dor nos faz crianças,
Que bom seria apertá-los contra o peito..."
(Luiz Gilberto de Barros - Luiz Poeta)

Uma boa semana a todos
Rosmeire Paixão

sexta-feira, 26 de março de 2010

Um compromisso

Tendo eu mesmo como testemunha, me comprometo a buscar e defender qualidade de vida em tudo o que eu faço e em todos os lugares onde eu esteja. Eu me comprometo a estar aqui e agora, a despeito do prazer ou da dor que este momento me tráz, fazendo a parte que me cabe do melhor modo que eu sei, me aceitando imperfeito, limitado e humano.
Mesmo que tudo recomende ao contrário, eu me comprometo a amar, confiar e a ter esperança sem quaisquer limites nem condições.
Embora eu só possa fazer pequeno, eu me comprometo a pensar grande e a me preparar com disciplina e coragem para os ideais que ainda espero e vou alcançar, sabendo que tudo começa simples e singelo.
De corpo, cabeça e coração, eu me comprometo a crescer muito e sempre de todos os modos possíveis, de todos os jeitos sonhados, até que a vida,sabe-se lá quando, me considere apto para a morte".
Extraído do texto de GERALDO EUSTÁQUIO DE SOUZA

terça-feira, 23 de março de 2010

Os sete hábitos dos casais altamente eficazes (e felizes)


Dicas sobre como ser pró-ativo e procurar primeiro compreender, para depois ser compreendido, ajudaram milhares de pessoas a conquistar seus objetivos nos planos pessoal e profissional. Na vida amorosa, buscar a eficácia também deve ser uma meta a ser perseguida. Sugestões como cultivar o romantismo e nunca ir dormir sem fazer as pazes com o parceiro após uma briga permeiam as páginas de diversos livros de auto ajuda pelo mundo, mas o quê, de fato, funciona? Duas experts em relacionamento – Suzy Camacho (www.suzycamacho.com.br) e Adrianna Grannah (www.adriannagrannah.com.br)falam sobre os sete hábitos que realmente são eficientes para os casais. Confira!

1. Usar a rotina a favor
Acredite: nem sempre a rotina, apesar do que muita gente pensa, é a vilã número 1 dos relacionamentos amorosos. Bem dosada e administrada, ela ajuda a organizar a vida do casal e a dar uma gostosa (e mais que bem-vinda) sensação de segurança. “O problema é quando há exagero nessa rotina”, argumenta a psicóloga Suzy Camacho, de São Paulo. Em outras palavras, previsibilidade. “É importante incluir na relação algumas ‘quebras’ na forma de surpresas e imprevistos, mas apelar para isso o tempo todo também pode provocar desgastes”, acredita. O equilíbrio é o que garante o prazer contínuo de estar juntos. “Depois de um determinado tempo, os casais costumam partir para algo mais calmo”, comenta a publicitária e consultora amorosa Adrianna Grannah, do Rio de Janeiro. “Na minha opinião, o que vai inovar a chama do relacionamento é variar os lugares para o namoro, como fazer uma viagem romântica ou dar uma escapada para um motel no meio do expediente. Como a intimidade do casal já foi consolidada, é complicado inovar o sexo propriamente dito. Então, o que vale é renovar o desejo de um pelo outro, e a mudança de ambiente propicia isso”, completa.

2. Fazer planos juntos
Lutar por um sonho em comum não só fortalece a união como dá identidade e sentido ao casal. Os objetivos podem ser desde os mais complexos – fazer um cruzeiro pelo mundo ou comprar um imóvel maior – até os mais simples, como planejar a compra de um sofá ou visitar um novo restaurante no próximo fim de semana. É fundamental, porém, que o casal trace estratégias para alcançar suas metas. Investir em uma caderneta de poupança também é uma boa ideia, mesmo que os depósitos tenham valores “simbólicos”: R$ 50 por mês, por exemplo.

3. Não brigar virtualmente
Crises e pendências devem ser resolvidas ao vivo e em cores. Portanto, nada de apelar para o MSN ou o e-mail para desabafar tudo o que está sentido. “As palavras escritas têm muito mais força do que as verbalizadas. E, ainda por cima, dão margem para interpretações dúbias ou extremamente subjetivas”, alerta Suzy Camacho, que também aponta o telefone como um meio de comunicação a ser evitado em momentos de raiva. Suzy, inclusive, recomenda que as pessoas fujam de discussões quando se sentem alteradas. “O melhor é ir cada um para um lado esfriar a cabeça e conversar depois de uma meia hora. Com os pensamentos no lugar, fica mais fácil escolher as palavras certas e não ofender o outro”, diz.

4. Impor-se perante a família
Já dizia a sua avó: quando a gente casa, não casa somente com o marido ou com a esposa, e sim com a família toda da pessoa. O ditado tem lá sua cota de verdade, mas isso não significa permitir que os familiares se intrometam em tudo. Na ânsia de querer ajudar, muitos pais e sogros extrapolam os limites e acabam palpitando e dando conselhos que não foram solicitados – comportamentos mais comuns quando as questões envolvem crianças (os netinhos queridos). É essencial que o casal saiba filtrar as opiniões sem magoar os parentes. Uma boa dica é dizer que vão pensar nas sugestões, mas que sempre colocarão em prática o que decidirem que é melhor para os dois e/ou as crianças. “Mesmo que o casal erre, é importante mostrar que querem amadurecer e aprender juntos, unidos”, pondera Suzy.

5. Colocar as coisas nos devidos lugares
Esse hábito altamente eficaz é calcado em uma dica bem simples, mas que muita gente tem dificuldade em colocar em prática: os problemas do trabalho devem ficar no escritório, ou seja, não podem contaminar a relação. O conselho é util principalmente para os casais que trabalham juntos. Lembre-se: a vida não está fácil para ninguém. Trânsito enlouquecedor, excesso de responsabilidades, pouco tempo para lazer e descanso… Se as pessoas permitirem que as mazelas do dia a dia prejudiquem a qualidade de seu relacionamento, certamente não vai demorar muito para que ele se torne um fracasso.

6. Só para os homens – saber ouvir
Essa dica tem a ver com a anterior. Em teoria, os problemas do escritório deveriam ficar por lá sempre ao final de cada expediente. No entanto, tem dias que é impossível não sair do trabalho com a cabeça cheia e o humor azedo. Encontrar em casa um porto seguro na forma de um parceiro atencioso e paciente é um alento e tanto. Nesse quesito, porém, as mulheres dão de dez a zero nos homens, que não têm lá muita paciência para os martírios femininos. “O marido precisa aprender a saber ouvir. Às vezes a mulher quer apenas desabafar, e não ouvir opiniões. Ela não quer solução, mas, sim, fazer um desabafo” explica a consultora de relacionamentos Adrianna Grannah. Isso vale, rapazes, principalmente para os momentos de TPM.

7. Só para as mulheres – cultivar vida própria
Os homens sempre arrumam um tempinho para um chope com a turma do escritório ou um futebol com os amigos do clube. Boa parte das mulheres, no entanto, reduz drasticamente (em quantidade e qualidade) sua vida social quando namoram “firme” ou se casam. Um equívoco e tanto, pois uma mulher que cultiva hobbies, interesses diferentes e seu próprio círculo de amigos é muito mais interessante e sexy – inclusive aos olhos do parceiro. “Eu recomendo às alunas dos meus cursos que sempre deixem o namorado ou marido um pouquinho inseguro. Por exemplo, ao sair sozinha ou com as amigas, desligue o celular de propósito e depois dê a desculpa de que acabou a bateria”, aconselha Adrianna Grannah. Essa aura de mistério – e preocupação – é tiro e queda para mantê-lo ligado em você. Outra sugestão, dessa vez de Suzy Camacho, é não contar tudo nos mínimos detalhes para o parceiro. “Ele não precisa saber daquela brincadeirinha maliciosa, mas inocente, que o colega do escritório ou da academia fez com você. Para que arrumar encrenca com uma informação que não vai agregar valor algum à relação?”, questiona. Uma dose de ciúme faz bem, mas alimentá-lo pode ser fatal.

O segredo do casal feliz: compartilhar alegrias A chave para manter viva a magia do casamento é encontrar meios para promover aspectos positivos; a maneira de lidar com boas notícias pode ser mais decisiva para o relacionamento que a capacidade de oferecer apoio um ao outro em situações difíceis. Veja o que a ciência tem a dizer sobre a intimidade

Relacionamentos íntimos, como o casamento, estão entre as mais importantes fontes de satisfação individual. Apesar de muitos casais entrarem nessa jornada com a melhor das intenções, muitos se separam ou permanecem juntos apesar da relação deteriorada. Entretanto, alguns continuam felizes e bem-sucedidos. Qual será o segredo? Alguns indícios surgem das últimas pesquisas no novo campo da psicologia positiva. Fundada em 1998 pelo psicólogo Martin E. P. Seligman, da Universidade da Pensilvânia, essa área inclui pesquisas sobre as emoções consideradas positivas, os pontos fortes dos seres humanos e o que é importante para a maioria das pessoas. Nos últimos anos, pesquisadores que se dedicam a esses estudos descobriram que casais satisfeitos são propensos a acentuar mais o lado bom da vida, diferentemente daqueles que continuam juntos apesar de infelizes ou que se separam. Eles não apenas lidam bem com as adversidades, mas também celebram os momentos felizes e trabalham para construir e reforça situações favoráveis.

É possível que a forma de um casal lidar com as boas notícias seja ainda mais relevante para a o convívio que a capacidade de se apoiar mutuamente nas circunstâncias difíceis. Proporcionalmente, pessoas felizes com sua vida amorosa também experimentam individualmente mais emoções agradáveis que negativas, em comparação com aquelas envolvidas em relacionamentos fracassados. Certas estratégias costumam melhorar essa proporção e, portanto, ajudar a fortalecer as relações. Outro ingrediente para um relacionamento de sucesso: cultivar a paixão. Aprender a se dedicar à pessoa afetivamente importante em nossa vida, de forma saudável e prazerosa, favorece o amadurecimento emocional.

O que a ciência tem a dizer sobre a intimidade:

1. Excitação. O psicólogo Arthur Aron, da Universidade Stony Brook, descobriu que as pessoas tendem a se ligar emocionalmente quando estão agitadas, por exemplo, devido ao exercício, aventuras ou exposição a situações perigosas.

2. Bem pertinho. Estudos dos psicólogos sociais Leon Festinger e Robert Zajonc, da Universidade Stanford, concluíram que simplesmente estar perto de alguém tende a produzir sentimentos positivos. Quando uma pessoa, de forma consciente e proposital, permite que a outra invada seu espaço pessoal, os sentimentos de intimidade aumentam rapidamente. Talvez por isso seja mais fácil brigar por telefone do que quando estamos
fisicamente próximos.

3. Semelhança. Opostos às vezes se atraem, mas uma pesquisa coordenada pelo economista comportamental Dan Ariely, da Universidade Duke e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT ), mostra que as pessoas tendem a formar par com aqueles que são parecidos com elas – em termos de inteligência, experiência e nível cultural e atratividade. Algumas pesquisas chegam a sugerir que apenas imitar alguém pode aumentar a proximidade.

4. Humor. Os pesquisadores Jeanette e Robert Lauer, especializados em relações amorosas, mostraram em 1986 que em uniões felizes de longa duração os parceiros fazem o outro rir bastante. Outro estudo revela que principalmente as mulheres frequentemente procuram parceiros que as divirtam e vê-las achar graça é atraente para eles – possivelmente porque quando rimos ficamos em uma posição menos defensiva, o que facilita a aproximação. Conhece algumas boas piadas?

5. Novidade. O psicólogo Greg Strong, da Universidade Estadual da Flórida, constatou que as pessoas tendem a se aproximar quando estão iniciando uma nova tarefa. A novidade apura os sentidos e também faz as pessoas se sentirem vulneráveis e se ajudarem mutuamente. Portanto, aprender coisas juntos é um jeito de fortalecer laços.

6. Inibições. Milhões de relacionamentos provavelmente começaram com uma taça de vinho. A inibição bloqueia as sensações de vulnerabilidade, o que pode de fato ajudar a criar vínculos. Ficar bêbado, no entanto, pode surtir efeito contrário.

7. Bondade e perdão. Vários estudos confirmam que tendemos a criar laços com pessoas bondosas, sensíveis e atenciosas. Sentimentos de amor podem emergir com especial rapidez quando alguém muda de comportamento deliberadamente – por exemplo, desistindo de fumar ou de beber – para se adaptar às nossas necessidades. Em geral, o perdão também cria vínculos e cumplicidade.

8. Toque e sexualidade. Uma massagem nas costas pode fazer maravilhas. Mesmo se aproximar de alguém, sem de fato tocar, pode despertar em ambos inúmeras sensações. Vários estudos, um deles realizado pela psicóloga social Susan Sprecher, da Universidade Estadual de Illinois, aponta que a sexualidade pode reafirmar sentimentos de proximidade e carinho.

9. Comprometimento. Estudos de pesquisadores como a psicóloga Ximena Arriaga, da Universidade de Purdue, sugerem que o compromisso é um elemento essencial na construção do amor. Pessoas cujos comprometimentos são fracos interpretam o comportamento de seus parceiros mais negativamente, o que com o tempo pode destruir a relação. Quando se tem a firme intenção de manter o relacionamento, os problemas conjugais são mais facilmente relativizados. Pesquisas científicas ilustram como as pessoas se apaixonam e sugerem técnicas para construir relacionamentos consistentes.

Dicas podem valer ouro nas horas que mais estamos sem criatividade!
Rosmeire Paixão - Personal Trainer
Exercício Físico - Nutrição e Suplementação - Emagrecimento e Envelhecimento Saudável
Registrada no Conselho Regional de Ed. Física sob o Nº 11382-G/SP
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sexta-feira, 5 de março de 2010

Ser Feliz é tudo o que se quer




Voltei e estou encantada com tudo que vi em minha turné por Buenos Aires e Punta del Este. Aprendi muito com os "jovens maduros" que estavam comigo naquele cruzeiro pelo Mar del Plata. Tanta alegria, vontade de viver bem, de estar com pessoas diferentes, de qualquer idade, de explorar novos conhecimentos e de realizar sonhos. Sim, porque não se fica mais velho(a) pelo fato de ter vivido mais anos. Alguém só envelhece quando perde seus ideais, seus sonhos, suas alegrias...
"Você é tão jovem quanto sua autoconfiança; tão moço quanto suas esperanças e tão velho quanto seu desespero". (Maria Helena Dias Paina).

É preciso viver histórias novas, relacionar-se cada vez mais porque depender apenas dos entes queridos da família pode sobrecarregar as relações e causar a famosa "obrigação de cuidar e ser cuidado" e fica comum a pessoa sentir-se só em seu mundo e com tanta experiencia para trocar."Envelhecer é não ser apenas um contador de histórias antigas, mas alguém que vive histórias novas" (MC).
HOMENS, MULHERES: SER JOVEM É NÃO DESCUIDAR DA VIDA
Parabéns a todos que estavam comigo nesta jornada tão rica e tiveram a oportunidade de conviver momentos mágicos, dançando, brincando, cantando e mostrando que PODEMOS E DEVEMOS MORRER JOVEM O MAIS TARDE POSSÍVEL.