
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define que um país é considerado envelhecido quando 14% ou mais de sua população possui 65 anos ou mais. Envelhecimento saudável é o processo de desenvolvimento e manutenção da capacidade funcional que permite o bem-estar e a qualidade de vida na velhice. Trata-se de um conceito focado na funcionalidade e no curso da vida, e não apenas na ausência de doenças. O Brasil já superou a marca de 15% de idosos. Perspectiva para 2050: (30 a 37%)
quarta-feira, 20 de julho de 2011
CASAMENTO

segunda-feira, 11 de julho de 2011
Cientista prevê o elixir anti-envelhecimento

Se as previsões de Aubrey de Grey estiverem certas, a primeira pessoa a comemorar seu aniversário de 150 anos já nasceu. E a primeira pessoa a viver até os mil anos pode demorar menos de 20 anos para nascer. Biomédico gerontologista e cientista-chefe de uma fundação dedicada a pesquisas da longevidade, De Grey calcula que, ainda durante a sua vida, os médicos poderão ter à mão todas as ferramentas necessárias para "curar" o envelhecimento - extirpando as doenças decorrentes da idade e prolongando a vida indefinidamente. "Eu diria que temos uma chance de 50% de colocar o envelhecimento sob aquilo que eu chamaria de nível decisivo de controle médico dentro de mais ou menos 25 anos", disse De Grey numa entrevista antes de proferir uma palestra no Britain's Royal Institution, uma academia britânica de ciências. "E por 'decisivo' quero dizer o mesmo tipo de controle médico que temos sobre a maioria das doenças infecciosas hoje", acrescentou. De Grey antevê uma época em que as pessoas irão ao médico para uma "manutenção" regular, o que incluiria terapias genéticas, terapias com células-tronco, estimulação imunológica e várias outras técnicas avançadas. Ele descreve o envelhecimento como o acúmulo de vários danos moleculares e celulares no organismo. "A ideia é adotar o que se poderia chamar de geriatria preventiva, em que você vai regularmente reparar o danos molecular e celular antes que ele chegue ao nível de abundância que é patogênico", explicou o cientista, cofundador da Fundação Sens (sigla de "Estratégias para a Senilitude Programada Desprezível"), com sede na Califórnia. Não se sabe exatamente como a expectativa de vida vai se comportar no futuro, mas a tendência é clara. Atualmente, ela cresce aproximadamente três meses por ano, e especialistas preveem que haverá 1 milhão de pessoas centenárias no mundo até 2030. Só no Japão já há mais de 44 mil centenários, e a pessoa mais longeva já registrada no mundo foi até os 122 anos. Mas alguns pesquisadores argumentam que a epidemia de obesidade, espalhando-se agora dos países desenvolvidos para o mundo em desenvolvimento, poderá afetar a tendência de longevidade. As ideias de De Grey podem parecer ambiciosas demais, mas em 2005 o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) ofereceu um prêmio de 20 mil dólares para qualquer biólogo molecular que provasse que as teorias da Fundação Sens são "tão erradas que nem são dignas de um debate bem informado". Ninguém levou a bolada. O prêmio foi instituído depois que um grupo de nove cientistas influentes atacou as teorias de Grey, qualificando-as de "pseudociência". Os jurados concluíram que o rótulo não era justo, e argumentaram que o Sens "existe em um meio termo de ideias ainda não testadas que algumas pessoas podem considerar intrigantes, mas das quais outras estão livres para duvidar."
terça-feira, 24 de maio de 2011
O que é o verdadeiro amor

Um famoso professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento.
Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga,
em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.
O mestre disse que respeitava suas opiniões, mas lhes contou a seguinte história:
- Meus pais viveram 55 anos casados. Numa manhã minha mãe descia a escada para preparar o café e sofreu um enfarte.
Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando, a levou até à caminhonete.
Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta.
Durante o Velório, meu pai não falou. Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou.
Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados.
Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo,passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção:
- "Meus filhos, foram 55 bons anos...
Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem idéia do que é o compartilhar a vida com alguém por tanto tempo" .
- Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou :
- "Ela e eu tivemos juntos muitas crises.
Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade.
Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam.
Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, trocamos abraços em cada Natal, e perdoamos nossos erros...
Filhos, agora ela se foi e eu estou contente.
E vocês sabem por quê?
Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida.
Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso.
Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim..."
Quando meu pai terminou de falar, meus irmão e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo :
- "Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa."
E por fim o professor concluiu :
- Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor.
Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com erotismo,
mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.'
Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar.
Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam.
O verdadeiro AMOR se revela nos pequenos gestos,
no dia a dia e por todos os dias.
O verdadeiro AMOR não é egoísta, nem é presunçoso,
nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.
"QUEM CAMINHA SOZINHO PODE ATÉ CHEGAR MAIS RÁPIDO,
MAS AQUELE QUE VAI ACOMPANHADO,
COM CERTEZA CHEGARÁ MAIS LONGE."
domingo, 15 de maio de 2011
Ando devagar porque já tive pressa...

Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Composição : Almir Sater e Renato Teixeira
domingo, 24 de abril de 2011
Meus fieis alunos - Quanta alegria e energia!
quinta-feira, 14 de abril de 2011

A CIÊNCIA DA LONGEVIDADE – DR. GARY SMALL
Com base em pesquisas próprias realizadas em seus laboratórios e nos avanços científicos das últimas 4 décadas, o Dr. Gary Small - Professor de Psiquiatria, Diretor da UCLA Center on Aging at The Semel Institute for Neurocience & Humam Behavior, Membro Titular do Herbalife Nutrition Institute e Autor best-seller - nos ensina como envelhecer de forma saudável. Com um conjunto de orientações simples e práticas, baseadas em nutrição equilibrada, atitudes positivas, liberação do estresse e exercícios direcionados para a mente e o corpo, ele nos propõe uma estratégia poderosa para atingirmos um estado de harmonia entre cérebro, emoções e corpo para ganharmos longevidade com qualidade.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Uma nova vida na Maturidade

Vida nova na terceira idade: ela é modelo e desfila de lingerie
Jeanette lutou contra um câncer de mama há 6 anos e venceu a doença. Hoje tem rotina de modelo e vida social intensa
Nem sempre as heranças são boas, especialmente se estiverem relacionadas a doenças. A advogada Jeanette Polmon, 65, entendeu o recado e quebrou um ciclo que se arrastava na família: sua mãe morreu aos 65 anos de câncer de mama e tias sofreram do mesmo problema. Com 59 anos, descobriu que era a bola da vez. E, como se pode imaginar, enfrentou uma barra.
“Eu trabalhava no Ministério da Saúde e tive o resultado do exame no dia do aniversário de um ano da minha neta, foi um drama”, conta. “Operei, fiz radioterapia e todo acompanhamento médico necessário. A ficha caiu quando a terapia acabou porque tinha parado de trabalhar, e então me via em casa sem fazer nada”. Apenas quatro meses depois da operação, no entanto, teria muita coisa para pensar. Passeando com o marido, foi parada por uma socialite.
"Ela me perguntou se eu já tinha sido manequim e eu respondi que não”, conta. “Ela insistiu, disse que eu era alta, que eu deveria fazer um curso”. Jeanette não levou o papo muito a sério, mas entregou seu telefone. Após quatro meses, a secretária de Eduardo Araujo, professor de modelos e manequins da maturidade e produtor visual, entrou em contato porque um curso teria início e gostariam de saber se ela tinha interesse em participar. “Fui e me identifiquei muito com ele e com as alunas. Fiquei tão deslumbrada, tão feliz. Logo no primeiro desfile já me chamaram para outros!”. Depois de ter passado o que passou, a experiência levantou sua autoestima de forma significativa. “Fiz outro curso com ele, e as solicitações para eu desfilar foram aumentando, até que fui eleita a Rainha da Maturidade”.
Marido orgulhoso Olhando para Jeanette hoje, é possível pensar que ela sempre foi vaidosa porque exibe uma pele de causar inveja a muita gente jovem. Mas, na verdade, esta consciência chegou realmente depois dos 60. “Não me achava feia, mas nunca atinei que chegaria na idade que estou com pessoas me parando na rua para dizer que sou bonita. Às vezes estou em uma loja, no mercado, e as pessoas perguntam se eu fui manequim. Eu falo que não fui, mas que sou”, brinca ela. “A gente quando é moça não dá muito valor para a beleza natural. Há uma rotina e a ficha cai apenas com 55, 60 anos, quando passamos a nos cuidar mais”. Hoje a nova profissão exige que ela se arrume, mantenha a unha, o cabelo, pele e corpo em ordem.
Para Jeanette, este tipo de experiência é capaz de prolongar a vida. “Fiz amizades maravilhosas que eu nem imaginava fazer com mais idade, amizades leais, sinceras”, vibra a modelo, cuja vida social vai muito além dos desfiles que realiza. “Viajamos muito. Já não tenho tempo para mais nada”. O marido aplaude, sim senhor. Mesmo quando ela desfila de lingerie, body ou roupa decotada.
Para ela, o segredo e a beleza de tudo está no astral. “As mulheres não podem desistir. A vida é linda. Você deve sorrir para tudo porque sempre tem alguma coisa no ar que vai pintar para animar, levantar você, te fazer feliz”, ressalta. “É importante sempre estar fazendo o bem, desejando o bem, porque com isso você recebe o dobro. É gratificante”.