domingo, 17 de outubro de 2010

Malhadora de 102 anos


Um programa de televisão produzido pelo canal BBC3 de Londres levou quatro jovens britânicos sedentários aos Estados Unidos para viver com alguns dos aposentados mais saudáveis do mundo, entre eles Ida Wasserman que, aos 102 anos, faz musculação todos os dias. Ida é a estrela da comunidade para idosos Sun City, na Flórida, onde os aposentados fazem o que podem para limitar os efeitos da idade.

Ela se mudou para lá com quase cem anos, para morar perto da filha, então com mais de 70, que sugeriu que ela fizesse exercícios. Com a malhação, ela deixou de usar bengala e passou a ser muito mais independente.

Inspiração para os mais jovensPor ter começado a malhar com uma idade tão avançada, Ida se tornou uma inspiração para outros aposentados e também para os jovens britânicos, que assistiram boquiabertos a uma de suas sessões de musculação.

- Vocês acham isso difícil? - perguntou Ida rindo após se exercitar na cadeira adutora. - Eu acho muito fácil...

- Depois de ver isso, não tenho mais desculpas para não me exercitar - disse Caroline Miller, uma britânica de 22 anos que conta que o único exercício que faz é caminhar até o carro.

Mais saudável que um aposentado?
O programa da BBC3 "Are you fitter than a pensioner?" (Você está mais em forma que um aposentado?) tem como objetivo mudar o estilo de vida de quatro jovens, que comem mal, fumam, bebem demais e não se exercitam.

Além de Caroline Miller, Kevin Jay, um rapaz de 21 anos viciado em frango frito, a fumante Jacqualine Oliver, de 18 anos, e o amante de pizzas Sean Ryan, de 21 anos, passaram uma semana em Sun City, comendo de forma saudável e se exercitando na companhia de aposentados.

No fim da semana, eles competem com quatro idosos malhadores em quatro esportes: natação, corrida, caiaque e ciclismo.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O que você tem feito para viver e envelhecer com saúde?


Entre hábitos e estilo de vida, trabalho, lazer, atividade física e alimentação. Onde vc tem investido mais?


Pratico atividade física por conta própria e só.


Me alimento corretamente e tenho Personal trainer


Nem penso nisso. Sou jovem!


Trabalho demais, não tenho tempo.


Estou a procura de ajuda. O que faço?


Estou na fase da maturidade, ainda tem jeito?

Pessoas que abusam dos seus corpos através de uma dieta e de estilo de vida inadequados podem experimentar uma deterioração mental já na década dos trinta, e por muitos outros problemas, se tornam realmente notáveis durante a década dos quarenta. Essas pessoas que fazem coisas erradas em determinados períodos da vida, estão em risco aumentado de severa deterioração cognitiva no futuro, a menos que elas assumam o compromisso de reconstruir a função cerebral.
Um estilo de vida deficiente, bem como dieta, stress, fumaça e poluentes ambientais, tudo isso danifica as células frágeis do cérebro. O consumo de álcool e muitos medicamentos podem causar severa perda de memória. Cada vez mais crianças estão mostrando dificuldades comportamentais e de aprendizagem relacionadas à exposições por poluentes e tais dificuldades persistem na vida adulta.
Um estilo de vida que inclui amplo tempo de relaxamento, meditação, exercício físico bem orientado e bom sono, tudo isso ajuda a regenerar e revigorar nosso estado mental, em suma a forma que nós vivemos pode não somente nos ajudar a sermos mais inteligentes, alertas e com sucesso em nossas atividades mentais, mas também mais equilibrados em nossas emoções e comportamento.
Pense nisso e prepare-se para a longevidade saudável.
Consulte-nos em rosmeire.paixao@vivaemplenaforma.com.br

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Maior atividade pode prevenir demencia em idosos, revela estudo da USP


Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) traçaram um perfil da demência entre idosos de uma região pobre na zona oeste da cidade de São Paulo. Os resultados mostram que a baixa escolaridade e a renda estão entre os principais fatores de risco que podem levar à doença. Ao mesmo tempo, verificou-se que a realização de atividades cognitivas simples, como trabalhos manuais, pode diminuir a incidência nessa faixa etária. Os estudos fazem parte de um programa de investigação sobre saúde do idoso, com ênfase na saúde mental, chamado de São Paulo Ageing & Health Study (SPAH) e coordenado pelos professores Marcia Scazufca e Paulo Rossi Menezes, da FMUSP.
O trabalho envolveu 2.072 idosos com 65 anos ou mais, que foram analisados por meio de questionários padronizados. Eles passaram por uma avaliação cognitiva, de estado mental e de diversos fatores de risco para demência, como características sócio-demográficas e saúde.
Na primeira fase do estudo, foram identificados 105 casos de demência, o que equivale a uma prevalência de 5,1%. “É uma incidência alta, semelhante à registrada na Europa”, destaca a pesquisadora Marcia Scazufca.
“A maior parte dos idosos entrevistados tinha menos de 75 anos, enquanto nos países europeus eles se situam em faixas etárias mais elevadas, sendo que a idade é o principal fator de risco conhecido para a demência”, explica. A partir das informações levantadas, foi investigada a associação entre indicadores de desvantagem socioeconômica ao longo da vida e a prevalência de demência.
“Na literatura científica, várias pesquisas apontam uma relação entre uma menor escolaridade e um maior risco de demência”, diz Marcia. Entre os idosos pesquisados, 38% são analfabetos, 52% têm de 1 a 3 anos de estudo e 9% completaram 4 anos ou mais. Dois terços nasceram em zonas rurais, o que dificultou o acesso à escola, e metade teve ocupações braçais ao longo da vida.
Esses fatores levaram cerca de um terço da população estudada a ter uma renda mensal de menos de um salário mínimo. “Entre os idosos que tiveram mais desvantagens sócio-econômicas ao longo da vida, o riso de demência foi cerca de sete vezes maior que o de idosos não expostos a esses fatores de risco”, afirma a pesquisadora.

Prevenção

Na terceira etapa da investigação, avaliou-se o possível papel da alfabetização, ocupação e renda na prevenção da demência. “A partir da fração atribuída na população, estimou-se que 22% dos casos seriam evitados caso todos os idosos pesquisados fossem alfabetizados, número que subiria para 29% se tivessem renda mensal maior que um salário mínimo na época do estudo, e para 38% se tivessem realizado ocupações com algum grau de especialização”, revela Marcia.

Se nenhum idoso fosse exposto a esses três fatores de risco, cerca de 50% dos casos de demência teriam sido evitados”, acrescenta a professora da USP.

Dois anos após a primeira avaliação, 1.243 idosos foram entrevistados novamente. Os pesquisadores verificaram se a participação em 42 atividades (divididas entre sociais, cotidianas, cognitivas e físicas) estava associada ao desempenho cognitivo e ao surgimento de novos casos de demência.
“Entre os idosos reavaliados, 99% praticavam algum tipo de atividade social, 95% faziam atividades cotidianas, 63% desempenhavam atividades cognitivas e 49% mantinham atividades físicas”, aponta a pesquisadora.
“Verificou-se que os idosos que realizavam mais atividades tiveram um menor declínio no funcionamento cognitivo. A maior participação em atividades também esteve associada a um menor risco de desenvolver demência nesse período”, acrescenta Marcia.
Quanto ao tipo específico de atividade desempenhada, a pesquisa também mostrou que idosos que faziam mais atividades cognitivas na inclusão do estudo tiveram um menor declínio cognitivo. As atividades incluíam trabalhos manuais, em madeira e metal, costura (tricô, crochê), aulas variadas, uso do computador, canto, música, jogos, leitura e escrita.
A pesquisadora recomenda que políticas públicas estimulem a participação de idosos em todas as atividades, particularmente nas cognitivas. “Embora parte da população idosa brasileira não seja alfabetizada e não saiba ler nem escrever, há outras atividades simples que podem estimular e preservar as funções cognitivas - como os trabalhos manuais - e, com isso, possivelmente prevenir ou retardar o aparecimento da demência”, ressalta Marcia.
“Os resultados da pesquisa complementam as conclusões de outros estudos com idosos que tem acesso a atividades sofisticadas e requerem alto poder aquisitivo, pois mostram que não apenas as atividades cognitivas sofisticadas, como ir ao teatro ou ler um romance, podem evitar ou postergar a doença", completa a professora da USP.

Fonte: Portal da Educação Física
http://www.educacaofisica.com.br/noticias_mostrar.asp?id=9584

sábado, 4 de setembro de 2010

As pessoas devem ser ensinadas para a velhice assim como as crianças para a vida adulta



O envelhecimento é um fenômeno fisiológico, progressivo e inerente a todo ser humano. No entanto, ele não será necessariamente patológico, doentio. Iniciando aos 30 anos de idade, o envelhecimento prossegue num rítmo de 1% ao ano, podendo sofrer uma aceleração quando não estiver associados a bons hábitos diários e a um programa de exercícios diários, pois alguns indicadores começam a surgir: rugas, linhas de expressão,pele e músculos perdem tonicidade, aumenta a porcentagem de gordura, a visão e audição são reduzidas, os ossos se afinam e se tornam quebradiços. A vitalidade e a resistencia declinam progressivamente dificultando a realização das atividades. A pressão arterial sofre alterações...Paralelamente, mutações celulares começam a fugir do nosso controle provocando tumores malígnos que matam uma pessoa a cada 3, principalmente após os 65 anos de idade.
No entanto, apesar de alguns decréscimos de eficiencia e capacidade físico-motora, à medida que envelhecemos, não se deixa de ser possível manter um nível relativamente alto de desempenho físico e mental por muitos anos.
"Aqueles que mantem uma vida ativa de forma física, cognitiva e social serão sempre privilegiados"
"CADA UM DE NÓS COMPÕE A SUA HISTÓRIA E CADA SER EM SI CARREGA O DOM DE SER FELIZ" Almir Sater.

Consulte sempre profissional de Ed. Física especialista. Existe uma ciencia atrás do seu Personal Trainer

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Saiba a diferença e procure a orientação certa


Nutricionista, Nutrólogo e Endocrinologista. Qual devo procurar?


Segue abaixo, as definições dos profissionais citados e as diferenças entre eles:

Fontes de consulta: CFN (CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS ) E ABRAN (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NUTROLOGIA)

Nutricionista é o profissional que cursou por cerca de 4 a 5 anos a faculdade de nutrição e que segundo a legislação é o ÚNICO profissional a prescrever dietas, pois dentre estes 4 a 5 anos dedicou seus estudos apenas à alimentação humana, isso sem contar as possíveis especializações feitas após a graduação. O nutricionista após avaliação nutricional e diagnóstico clínico, prescreve um tratamento dietoterápico (cardápio e deteminadas condutas de acordo com o objetivo), e se precisar lança mão também de suplementos e fitoterápicos. O nutricionista não pode prescrever medicações e nem solicitar internações.

Nutrólogo é um médico que fez uma especialização em nutrição (pós, mestrado) e após uma prova específica, recebeu a obtenção do título. Ele possui maior conhecimento de nutrição do que outros médicos, e é capaz de avaliar carências de nutrientes no organismo, além de tratar obesidade e infecções gastrintestinais. Como qualquer médico, pode prescrever medicamentos e dar orientações nutricionais (orientação é diferente de prescrição de dietas).
Nenhum médico (nem mesmo o nutrólogo) está legalmente habilitado a prescrever dietas. O nutrólogo se diferencia mesmo do nutricionista no fato de poder prescrever medicamentos e de somente poder dar orientações alimentares gerais, como por exemplo: comer mais frutas, mas sem poder dizer o quanto de fruta aquela pessoa deve ingerir por dia. Já o nutricionista está capacitado para calcular e dizer o que e quanto aquele indivíduo pode comer.

Endocrinologista é um médico especialista em endocrinologia que tem como principal função, estudar o funcionamento dos hormônios no organismo humano.

As principais áreas de atuação do endocrinologista são: o tratamento de diabetes, obesidade e alterações hormonais em geral (desordens da glândula tireóide, alterações do ciclo menstrual e outras doenças relacionadas à deficiência ou ao excesso de hormônios). Ele não está habilitado a prescrever dietas e assim como o nutrólogo, pode dar orientações alimentares gerais, sem especificações individualizadas e pode prescrever medicamentos.

sábado, 14 de agosto de 2010

Os Benefícios do Treinamento de Força para a Saúde no Envelhecimento




Entende-se por uma boa qualidade de vida, o indivíduo sentir-se apto para realizar qualquer atividade que exija uma aptidão física tendo um dispêndio mínimo de energia, não encontrando limitações para suas tarefas.

A relação entre atividade física, saúde, qualidade de vida e envelhecimento é cada vez mais discutida e analisada no meio acadêmico. Atualmente, existe um consenso entre os profissionais da área de saúde: a atividade física é um fator determinante no processo de envelhecimento.

As evidências epidemiológicas nos dão respaldo para entender que a atividade física regular e a adoção de um estilo de vida ativo, são necessários para a promoção da saúde e qualidade de vida. O treinamento de força faz parte de um programa global de exercícios físicos, resultando em aumento significativo nos ganhos de força, resultando em benefícios musculares e ósseos. Com isso, o idoso consegue por mais tempo, manter-se apto a desenvolver suas atividades diárias.
SARCOPENIA

O processo degenerativo do organismo acentua-se a partir dos 60 anos, trazendo como conseqüências, uma significante diminuição de massa muscular e da força. Dr. Willians Evans, nos anos de 1990, parece ter sido o primeiro a utilizar o termo sarcopenia, se referindo a uma diminuição da massa muscular a medida em que envelhecemos. Acredita-se que, quando o peso corporal se mantém constante ao longo dos anos, é possível que algum grau de sarcopenia esteja ocorrendo, pois estudos têm evidenciado modificações na composição corporal (aumento da gordura corporal e redução da massa muscular). Estudos mostram que a redução do tamanho das fibras musculares individuais ocorre primordialmente nas fibras musculares tipo II (contração rápida). Desse modo, muito da redução da força está relacionada à hipotrofias seletivas das fibras musculares do tipo II.

A força é uma componente importante para atividade diária do idoso. Através dela, o idoso consegue manter por mais tempo, suas capacidades funcionais, não perdendo sua autonomia.
OSTEOPENIA

O sedentarismo e o envelhecimento promovem, na saúde óssea, um declínio da densidade mineral óssea (DMO - quantidade máxima de tecido ósseo alcançado durante a vida) ou no conteúdo mineral total. A osteoporose, cujo significado é osso poroso, constitui uma doença esquelética sistêmica, caracterizada pela diminuição da densidade mineral óssea e sua deterioração, aumentando a fragilidade e susceptibilidade a fraturas. Representa na atualidade, um dos maiores problemas da saúde pública, sendo uma das principais causas de fraturas em indivíduos da terceira idade e em mulheres pós-menopáusicas, provocando morte prematura, incapacidade física e grandes gastos médicos.

Os exercícios têm papel fundamental não só na profilaxia, como também no tratamento da osteoporose. Entretanto, a forma como estes estimulam o aumento da DMO, não está bem elucidado. Adultos que apresentam um melhor nível de condicionamento físico possuem DMO maior do que sedentários. A tensão ao suporte de cargas e a contração muscular são dois fatores de grande relevância. O aumento da DMO ocorre nas regiões estimuladas por sobrecarga gravitacional ou por contrações razoavelmente intensas.Com isso, os maiores níveis de DMO foram encontrados em levantadores de peso (esforços curtos e de alta intensidade), seguidos por corredores de longa distância (moderados de longa duração).

Em ambos atletas, os efeitos osteogênicos foram máximos. Acredita-se que o exercício proporciona aumento de DMO, assim como de massa muscular (hipertrofia), a partir de micro lesões provocadas por estresse físico. Estas levam a pensar que a sobrecarga tensional estimula o tecido ósseo a ponto de produzir alguma substância estimulante da osteogênese. Usando o conceito de limiar de fratura, que é definido como a DMO abaixo do qual existe um aumento significante no risco de fraturas, a intensidade do exercício tem que ficar abaixo desse limiar e acima do nível de homeostase. Cada osso tem seu limiar específico para quantidade de estresse necessário para produzir hipertrofia. Sendo assim, o treinamento de força parece ser o mais eficaz no aumento de DMO.

A prevenção da osteoporose começa na infância com uma nutrição adequada e atividade física regular, aumentando assim o pico de DMO e diminuindo a perda óssea.
BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO DE FORÇA

Ao longo dos anos, tem-se estudado a respeito dos benefícios do treinamento para o ganho de força, que possui relação direta ao ganho ou manutenção da massa muscular. É importante mantermos a força conforme envelhecemos, porque ela é vital para a saúde. Seu pico está entre 20/30 anos e estabiliza ou diminui durante os 20 anos seguintes. Após 60 anos tanto homens quanto mulheres decrescem em força, sendo nas últimas, pior na ordem de 5% ao ano.

Estudos demonstram que, entre 60/70 anos, a força diminui em 15%, e após, em aproximadamente 30%. Com o envelhecimento, a perda de força é maior em membros inferiores que superiores, e que, com o treinamento de força, esse ganho é maior em membros inferiores do que em membros superiores.
Para comprovar o ganho de força, foram realizados testes em idosos e observou-se que em programas de treinamento de alta e baixa intensidade, houveram ganhos significativos de força. No entanto, o ganho de massa muscular, não foi proporcional ao ganho de força.

A capacidade para o aumento de força muscular está preservada em idosos. Verificou-se um aumento significativo no tamanho do músculo observado através de tomografia computadorizada, evidenciando também, hipertrofias na área das fibras musculares tipo II e sem mudanças significativas das fibras tipo I.
Esses resultados só foram obtidos através de testes em programas de treinamento de força de alta intensidade.
PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO

Para desenvolver um programa de treinamento de força para idosos, o melhor programa é o individualizado, para atender às variações da capacidade funcional do indivíduo respeitando suas condições de saúde. O treinamento de força deve ser parte de um estilo de vida que desenvolva o condicionamento físico em caráter permanente. É necessário haver uma reavaliação contínua dos objetivos e do planejamento do programa para obter resultados ótimos. Quando a intensidade do exercício é baixa, somente modestos incrementos na força são alcançados por sujeitos idosos.
É necessário no início do treinamento, usar intensidade mais baixa, mas, que esta seja capaz de promover adaptações no músculo. A escolha de equipamento correta para permitir a manipulação de cargas tão baixas exige muito cuidado. Deve ser incluído no programa pelo menos um exercício para os principais grupamentos musculares, tomando cuidado para que a amplitude correta do movimento possa ser alcançada e o indivíduo possa controlar com segurança a carga.
Em conclusão, o fortalecimento muscular em idosos, em particular, destaca -se como uma das principais medidas terapêuticas e profiláticas. Sabe-se dos seus benefícios em relação ao aumento da densidade óssea, massa e força muscular, o que pode levar à independência e reintrodução do idoso na sociedade. Sendo assim, é fundamental o engajamento do idoso em um programa regular de exercícios físicos que englobe o treinamento de força.
FONTE - Simão, R. Fundamentos Fisiológicos para o Treinamento de Força e Potência. Editora Phorte. São Paulo.

Rosmeire Paixão – Personal Trainer
Professora de Educação Física
Especialista em Atividade Física e Qualidade de Vida pela UNICAMP
Musculação e Treinamento de força pela UNIFMU
Pós graduanda em Nutrição Esportiva pela Universidade Gama Filho
CREF 11382-G/SP